Da Ingratidão ao Amor

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Sabemos pouco sobre o Amor. Sentimos pouco o Amor. Não o percebemos por estarmos distraídos, vivendo nossas rotinas, sem darmos atenção ao chão no qual pisamos, ao ar que respiramos, aos flashes criativos que invadem nossa consciência, distribuindo criatividade, afetividade que veem e vão dos outros para nós e de nós para os outros.

Falta de foco dirão alguns. Falta de Amor dirão outros. Falta? Mas, como se estamos mergulhados no Amor. O ar que respiramos é o amor doado a nós. O calor, o frio é o Amor que se faz temperatura e impulsiona nossos sentidos a buscar, criar, abrigar, acolher, tendo nesses movimentos estímulos para o aprimoramento do nosso ser.

As águas paradas ou em movimento circulam ou não por todos os cantos do nosso planeta e todos os cantos do nosso corpo. É o Amor que se faz Vida.

A terra, com seus minerais, suas vegetações simples ou exuberantes, é o Amor que se faz presente e nos forma pedaços de si mesma em movimento: seres pensantes entre todos os seres vivos.

O fogo transformador, que nos aquece na forma de ternura, de paixão, de amizade, reitera incansavelmente a necessidade de cada vez mais intuir-nos de que todos somos um.

A reunião destes elementos está desde o desejo dos pais em conceber os filhos até nos seres unicelulares e em tudo onde possa representar a Vida.

Os quatro elementos, as quatro representações do amor refletem-se e expandem-se; também iluminam este mês de dezembro, perfeito para finalizar 2017 e reiniciar 2018 com mais sabedoria, inserido que estamos no planeta Terra, no Planeta AMOR.

BOAS FESTAS!

Elisabete Ruivo
Psicanalista do IBCP Psicanálise

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