A mulher que deu vida à mãe

por

por Regiane Mazzola | Psicanalista e Psicoembrióloga

De onde vêm os bebês é uma pergunta frequente das crianças, mas de onde vêm as mães?

Toda mãe é uma mulher e toda mulher, pode ser uma mãe. Mãe de filhos biológicos, ou não, mãe de sonhos, mãe de vidas.

Uma mulher e uma mãe são a mesma pessoa, com papéis diferentes, que podem caminhar lado a lado, permitindo e acolhendo a ideia de serem únicas, se complementando e sendo quem quiserem ser, de forma plena, completa e presente nos diversos momentos de sua vida, que por sua vez, passarão, deixando memórias eternizadas, em sua mais profunda intimidade.

A mulher carrega em si um lar, empresta seu corpo para gestar um novo ser, ganhando novos contornos, novas perspectivas e transformando-se em uma mãe, que cuida, dá afeto, acerta e também erra e sabe que, ao se permitir viver, sendo responsável por seu próprio caminho, criará filhos prontos para o mundo e alimentará de força e esperança, a mulher que existe dentro dela. Onde começa uma, continua a outra.

A mulher que dá vida à mãe, olha para o lado próspero da vida, com dedicação, empenho e responsabilidade pelo futuro, que tem nas mãos e sabe que tudo o que precisa terá força e nascerá do lado de dentro, para florir do lado de fora.

O QUE ACHOU DA POSTAGEM?

    últimas postagens

    A base de tudo

    por Equipe IBCP Psicanálise
    Há muitos séculos, estudiosos já mencionavam em seus escritos, a existência de uma considerável movimentação do bebê dentro do ventre materno e uma possível ligação emocional entre ambos, mãe e filho. Essas observações, a princípio intrigantes e objeto de interesse por muitos pesquisadores nos tempos seguintes, teve sua comprovação somente por volta do século XIX […]
    Leia mais+

    A Fadiga do Retorno

    por Roseana Coelho / Psicanalista
    A recente retomada das atividades presenciais tem causado vários efeitos psíquicos, dentre eles ansiedade e especialmente cansaço. Em 2020 foi preciso uma adaptação rápida, sem preparo, para uma situação não vivenciada antes, de enclausuramento, distância da vida do modo que era conhecida e um estado de alerta constante. Agora, dois anos depois, é preciso retomar, […]
    Leia mais+
    LEIA TODAS AS POSTAGENS